Baco – Nova Temporada

Baco, o Deus do Vinho. Um espetáculo flamenco. Teatro Ipanema, dezembro de 2009

Após um primeiro semestre meio irregular na prática do flamenco… grandes emoções alternadas com períodos “mornos” por conta do excesso de trabalho, há algumas semanas voltei a ensaiar em ritmo intenso com a companhia. É que em julho a Cia Garcia de Danza, do meu querido mestre Rodrigo García, estará se apresentando no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. É uma honra nos apresentarmos lá, pois é feita uma seleção pela Secretaria de Cultura com os que são considerados melhores. Uau!

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Não vivo sem bailar

Astrid Fonenelle disse uma vez, numa entrevista, que tem propensão genética para a alegria. Pois eu e uma irmã herdamos da família do meu pai uma propensão genética pra depressão, que nos obriga a estar sempre alertas.

Eu comecei a fazer balé moderno aos 9 anos, depois passei pro jazz, e só parei quando comecei a estagiar, lá pelos 19 anos. E digo que foi a dança que me permitiu crescer de uma maneira “normal”. Na dança eu dava vazão à minha emoção, que ficava reprimida o resto do tempo todo. Imagina como seria sem ela!

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